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Um em cada três casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no início. Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença deixe de ser vista como uma sentença de morte ou um mal incurável e inevitável. Alguns tipos de câncer, entre eles o de mama, apresentam sintomas e sinais em suas fases iniciais. Descobertos cedo podem ser tratados a tempo. A detecção precoce ajuda a reduzir a mortalidade e traz melhores resultados no tratamento de alguns tipos de câncer.

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos, e representa cerca de 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados nas mulheres. Este é câncer mais comum entre as brasileiras, com exceção do câncer de pele não melanoma. Para o Brasil, em 2015, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres.

Não há uma causa única para câncer de mama. Diversos são os fatores que estão relacionados à doença, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, história familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, sedentarismo e exposição à radiação.

Prática de atividade física e alimentação saudável, com a manutenção do peso corporal, estão associadas a um menor risco de desenvolver a doença: cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados quando são adotados esses hábitos. A amamentação também é considerada um fator protetor.

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

• caroço (nódulo) fixo, geralmente indolor;

• pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja;

• surgimento de alterações no bico do peito (mamilo)

• saída espontânea de líquido dos mamilos.

• Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços

(axilas).

Mulheres com risco elevado para câncer de mama são aquelas que:

• Tiveram caso na família de câncer de mama masculino;

• Tem parente de primeiro grau, como mãe, irmã e filha, que tiveram câncer de mama antes dos 50

anos;

• Tem parente com câncer de mama bilateral (nas duas mamas) ou no ovário, em qualquer idade.

É importante que as mulheres, independentemente da idade, conheçam seu corpo para saber o que não é normal em suas mamas. Ao identificarem alterações suspeitas, devem procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação profissional.

Além de estarem atentas ao próprio corpo, também é recomendado que as mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia a cada dois anos. A mamografia pode ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas.

Fonte: Saúde.Gov

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